quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Curiosidade- Festa dos índios canibais


A festa canibal tupinambá





Tâmis Parron






Em 1495, em sua segunda viagem à América, Colombo encontrou, na pequena ilha Martinica, alguns corpos despedaçados. Eram os restos de um festim antropofágico realizado dias antes. Foi assim que um europeu viu, pela primeira vez, a antropofagia americana, praticada por vários povos indígenas. Com o sucesso dos relatos do alemão Hans Staden, que viveu de 1553 a 1555 com os tupinambás e foi quase devorado por eles, a imaginação européia deslocou o ritual para o Sul e, em meados do século 16, já o identificava com o Brasil.


Os tupinambás habitavam o litoral desde o Pará até São Paulo. No atual Sudeste, aliaram-se aos franceses que perambulavam pela costa para guerrear contra portugueses e tupiniquins. Nas lutas, os tupinambás transformavam em iguarias os índios, mamelucos e brancos que capturavam. Para os nativos, ser comido era uma honra reservada a guerreiros. Aos olhos europeus, nada poderia ser tão diabólico.


Receita Tupinambá



Como os índios brasileiros preparavam seu prato principal


1. O INGREDIENTE
Ao chegar na aldeia, o prisioneiro tinha que se apresentar dizendo: “Aqui chegou a sua comida”. As mulheres raspavam sua sobrancelha e dançavam de alegria. Depois, o cativo podia passar meses vivo. Na véspera do sacrifício, várias aldeias se reuniam para beber o cauim, um drinque de milho e mandioca fermentados


2. AQUECIMENTO
Os tupinambás pintavam a testa do prisioneiro e o amarravam pela cintura com uma corda. O carrasco soltava uma provocação: “Quero matar você, pois sua gente matou e comeu meus amigos". Se fosse um índio, a vítima ficaria honrada e devolveria assim: “Meus amigos me vingarão”


3. MODO DE PREPARO
O carrasco pulava para trás do cativo com a ibirapema (um tacape) e dava com ela na cabeça do preso. Os seus miolos saltam para fora. “Executam a vítima como se mata um porco: a porretadas”, afirmou em 1557 o missionário francês André Thevet


4. AMACIANDO A CARNE
As mulheres arrastam o corpo sem vida para uma fogueira, onde raspam toda a pele do cadáver até que o tecido fique completamente branco. Depois tapam o ânus do morto com um pau, para que nenhuma porção preciosa da comida escape por ali


5. A ORIGEM DO “MINGAU”
Um homem corta as pernas e os braços do morto e os distribui entre as mulheres. Rasga o tronco da nuca ao cóccix para retirar as vísceras, que são fervidas até formarem um caldo que tinha um nome comum hoje: mingau. Partes moles (a língua e o cérebro) ficavam com as crianças


6. HOMENAGEM AO CHEF
O ritual se encerrava com uma “honra ao mérito”: o carrasco ganhava novo nome e recebia uma cicatriz feita pelo cacique com o dente de um animal selvagem. Recebia também uma pulseira feita com os lábios do sacrificado


Fonte do texto: Revista Aventuras na História edição 018 - fevereiro de 2005

Curiosidade: Os falsários de Hitler


Os Falsários de Hitler: A fantástica fábrica de dinheiro





Livro detalha golpe secreto nazista para destruir a economia inglesa





Carlos Minuano


cedula 5 Reichsmark-1942

Um plano mirabolante arquitetado silenciosamente durante as primeiras semanas da Segunda Guerra Mundial pretendia arruinar a economia inglesa. A idéia era espalhar pelo Reino Unido milhões de libras falsificadas. O enredo do esquema pouco conhecido, narrado em Os Falsários de Hitler, do jornalista americano Lawrence Malkin, lembra uma obra de ficção. Mas o autor garante: é tudo verdade.


O plano inicial era espalhar uma quantidade de notas falsas equivalente a 30% da moeda em circulação. Além dos próprios nazistas, a sabotagem aprovada por Adolf Hitler foi protagonizada por prisioneiros judeus, banqueiros, especialistas em lavagem de dinheiro, investigadores e, como o autor descreve, “patifes em geral”. Para os judeus, a missão representou uma pausa no caminho à câmara de gás. O sucesso ou o fracasso dela, porém, trazia de volta a dúvida quanto ao próprio destino.


O oficial Bernhard Krueger, que comandava a operação, logo localizou nos arquivos criminais o falsário ideal, Salomon Smolianoff – o sujeito teria falsificado dinheiro na prisão com uma chapa de gravação escondida no sapato. Para sorte dos nazistas, ele era judeu e estava em um campo de concentração. Sob direção especializada, a mão-de-obra judaica fez a indústria funcionar durante toda a guerra.


Após o conflito, Smolianoff tentou manter-se na atividade. Viveu em Roma, onde se casou, até que a policia italiana começou a investigar dólares falsos que circulavam no mercado negro. Em 1947, veio para a América do Sul e, em 1955, estabeleceu residência definitiva em Porto Alegre, no Brasil. Ao que tudo indica, aqui montou uma fábrica de brinquedos e viveu honestamente. O ofício criminoso já estava comprometido pelo mal de Parkinson, doença que o matou em 1977.


O livro tem o mérito de desvelar um episódio pouco conhecido dos tempos do nazismo. “É a história da maior operação de falsificação de dinheiro em tempos de guerra”, afirma Malkin. “Mas também da luta silenciosa pela sobrevivência individual travada pelos judeus, vítimas do maior tirano de todos os tempos.”


Fonte do texto:Revista Aventuras na História edição 050 - outubro de 200

Curiosidade- A chegada do homem na América

Primeiros habitantes chegaram à América em três ondas migratórias




Estudo comparou características genéticas dos nativos do continente.
Levas vieram da Ásia pelo Estreito de Bering há cerca de 15 mil anos.




Estudo sobre os primeiros americanos teve
destaque na revista 'Nature' (Imagem: Emiliano

Os primeiros habitantes da América chegaram ao continente há mais de 15 mil anos e vieram da Ásia em três ondas migratórias separadas. A conclusão é de um estudo realizado por uma equipe internacional de cientistas publicado nesta quarta-feira (11) pela revista científica “Nature”.
“Durante anos, se debateu se os habitantes da América procediam de uma ou mais migrações através da Sibéria, mas nossa pesquisa põe fim a este dilema: os nativos americanos não procedem de uma só migração”, ressaltou à Agência Efe o cientista colombiano Andrés Ruiz-Linares, do University College de Londres, autor principal do estudo.

Embora os analistas calculem que tenham ocorrido pelo menos três grandes migrações, a maioria das tribos descende da primeira delas, conhecida como os “Primeiros Americanos”. As outras duas levas se limitaram à América do Norte.

Quando as ondas migratórias ocorreram, o Estreito de Bering, entre a Ásia e a América, estava congelado, e serviu como ponte entre os dois continentes.

A pesquisa analisou o genoma de 52 tribos indígenas americanas, do Canadá à Terra do Fogo, e comparou ao de habitantes de 17 grupos nativos da Sibéria. Ao todo, mais de 364 mil variações genéticas foram consideradas.
A análise foi dificultada pela presença de material genético procedente de migrações posteriores, principalmente dos europeus e africanos que chegaram à América a partir de 1492. Por isso, os pesquisadores se centraram apenas nas seções do genoma que procediam totalmente dos nativos americanos.
“Tecnicamente, o estudo dos povos nativos americanos representa todo um desafio devido à presença generalizada de traços europeus e africanos nos grupos nativos”, indicou Ruiz-Linares.

A ocupação do continente
Os “Primeiros Americanos” teriam se deparado com um continente desabitado, e se estenderam em direção sul, seguindo a costa do Pacífico e deixando povoações em sua passagem. O processo teria durado cerca de mil anos, e suas linhagens podem ser rastreadas do presente.

No entanto, o DNA de quatro tribos da América do Norte demonstra que houve pelo menos duas outras ondas migratórias. A segunda percorreu a costa do Ártico até a Groenlândia, e a terceira se dirigiu rumo às Montanhas Rochosas.
Essas duas levas de imigrantes teriam sido protagonizadas por indivíduos mais próximos à etnia han, predominante na China, do que aos “Primeiros Americanos”.
Ao avaliar o material genético da tribo dos aleútes e dos inuítes, que vivem na Groenlândia, os pesquisadores constataram que metade de seu DNA procedia dos integrantes da segunda migração.
No caso dos membros da tribo canadense chipewyan, que viviam entre as Montanhas Rochosas e a baía de Hudson, os especialistas descobriram que tinham 10% do material genético em comum com os protagonistas da terceira leva migratória.
O DNA dessas quatro tribos – aleútes, inuítes do leste, inuítes do oeste e 'chipewyan' – contém material das três ondas migratórias, mas a maior parte corresponde à primeira. Isso significa que os habitantes asiáticos da segunda e terceira ondas teriam se relacionado com os primeiros que chegaram à América.
Segundo Ruiz-Linares, isso fica demonstrado pela menor diversidade genética dos nativos da América do Sul, cujo DNA é mais próximo ao dos “Primeiros Americanos”.
Haveria uma relativa homogeneidade genética dos nativos desde México até o sul do continente, todos derivariam da mesma corrente migratória da Ásia”, explicou Ruiz-Linares.
“O povoamento do México rumo ao sul teria sido relativamente simples, com poucas misturas após a separação dos povos [até a chegada dos europeus em 1492]”, acrescentou o pesquisador.

Curiosidades sobre maquiagem desde o Egito


Maquiagem estética: Caras pintadas desde o Egito





Há pelo menos 160 mil anos nossos antepassados se maquiam. Claro que não tinha nada a ver com a maquiagem de hoje em dia. Essas primeiras maquiagens, encontradas em cavernas na África do Sul, eram pigmentos retirados de rochas que eles passavam no rosto e no corpo provavelmente para algum ritual. Mas, de lá para cá, muito se aperfeiçoou nessa área – dando origem a uma indústria gigantesca.


3100 a.C. - Delineador
No Egito, os primeiros registros da maquiagem com o uso moderno – fins estéticos – são de 3100 a.C. Foram encontradas em tumbas dessa época jarras com ungüentos usados para hidratar a pele dos egípcios e para evitar rugas. As mulheres decoravam seus olhos com pigmentos coloridos e o delineavam com antimônio (um elemento metálico).


Século 3 a.C. - Blush
Em Roma, a maquiagem era tão difundida que o filósofo e dramaturgo Plauto (254-184 a.C.) escreveu: “Uma mulher sem pintura é como comida sem sal”. As romanas usavam cosméticos como o kohl, mesmo delineador das egípcias, para contornar os olhos e também para os cílios. Uma espécie de giz deixava o rosto mais branco. Mas as moças também usavam um ancestral do blush para marcar as bochechas.


Século 6 - Palidez
Durante a Idade Média, ter pele pálida era sinal de status social. Para alcançar um tom muito claro nas faces, algumas mulheres (as mais malucas, certamente) adotavam medidas drásticas, como perder bastante sangue de propósito fazendo alguma perfuração no corpo.


Século 16 - Máscara de ovo
Durante o período elizabetano, a mulherada costumava improvisar uma espécie de máscara feita de clara de ovo. Era para manter um aspecto meio vitrificado no rosto. Aos poucos, a maquiagem ficava mais pesada. Palidez em excesso passou a ser associada a doenças comuns na época, como a peste.


Século 18 - Batom vermelho
O que pegava na França na época da Revolução Francesa era usar “rouge” e batom bem vermelhos. Em outros países europeus, no entanto, as pessoas repudiavam a atitude adotada pelas francesas.


1810 - Clareadores
Na Inglaterra, a pele bronzeada era relacionada a quem trabalhava ao ar livre. Os abastados, que queriam manter-se branquelos, usavam para isso preparados de chumbo e mercúrio, que provocavam uma série de problemas – e podiam matar.


Século 19 - Cara pelada
Durante o período vitoriano, as inglesas associavam maquiagem a prostitutas e atrizes (mais ou menos a mesma coisa na época). Qualquer sinal interpretado como não sendo a cor natural da pessoa já era olhado com desdém. O batom mais usado tinha cor de boca.


1910 - Tecnologia
O avanço tecnológico no campo dos cosméticos trouxe muita modificação. Apareceram as primeiras máscaras faciais que levam petróleo na composição. Em 1914, a Max Factor criou o pancake. A Vogue fotografou turcas que usavam henna nos olhos e lançou a moda “vamp”: olhos pretos bem carregados. As cores dos pós faciais ficaram mais próximas às da pele de verdade e o batom numa caixinha de metal se popularizou.


1920 - Gloss
Para se desligar de vez da sisudez vitoriana, as americanas emancipadas começaram a usar batons bem carregados, em tons fortes, especialmente o vermelho em vários tons, aromatizados com cereja. O gloss foi inventado pela Max Factor. Também surgia o primeiro curvador de cílios.


1930 - Maquiagem de cinema
A partir dos anos 30, as atrizes do incipiente cinema começaram a ditar a moda da maquiagem. Um exemplo foram os olhos puxados com lápis de Audrey Hepburn. As unhas ficaram mais longas e em tons vermelhos. Desde então, quem dita a moda da maquiagem são as famosas.


Fonte do texto:Revista Aventuras na História edição 053 - dezembro de 2007

Curiosidades




O ex-astronauta americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, morreu aos 82 anos, segundo reportagens na mídia dos Estados Unidos neste sábado. Armstrong tinha sido submetido a uma cirurgia no coração no começo deste mês para desobstruir artérias.


Como comandante da missão Apollo 11, Armstrong se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua em 20 de julho de 1969.


Coração
Armstrong descobriu durante exames em um hospital que quatro artérias coronárias estavam entupidas e teve que passar por uma cirurgia de emergência no início de agosto. O ex-astronauta vivia em Cincinnati, onde fica o hospital no qual fez os exames e foi operado.


À TV NBC, Gene Cerman (que esteve na Lua na Apollo 17) relatava uma conversa que teve à época com Carol Armstrong (mulher de Neil) e ela afirmou que ele se recupera bem após o procedimento.


O astronauta tinha uma vida recatada. Sua última aparição pública foi no Congresso, em novembro do ano passado, quando defendeu a Nasa - a agência espacial americana - dos cortes no orçamento e recebeu uma medalha dos parlamentares.


Quantos já pisaram na Lua?




Doze astronautas já saíram de suas naves e pisaram em solo lunar. Deles, o mais famoso é o primeiro, Neil Armstrong. Todos são norte-americanos, e foram pelos programas "Apollo". Confira a lista, na ordem em que saíram de suas naves.


Neil Armstrong (Apollo 11)
Edwin Aldrin (Apollo 11)
Charles Conrad (Apollo 12)
Alan Bean (Apollo 12)
Alan Shepard (Apollo 14): aos 47 anos e 2 meses, foi o mais velho a pisar em solo lunar.
Edgar Mitchell (Apollo 14)
David Scott (Apollo 15): Scott foi consultor do filme hollywoodiano "Apollo 13", baseado em fatos reais.
James Irwin (Apollo 15)
John Young (Apollo 16)
Charles Duke (Apollo 16): foi o astronauta mais jovem a pisar na Lua, com 36 anos e 6 meses.
Eugene Cernan (Apollo 17)
Harrison Schmitt (Apollo 17): Schmitt também foi o último a ser fotografado na Lua, com a bandeira dos Estados Unidos ao fundo



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Resumo sobre os Mais, Astecas e Incas

Civilização Maia 
O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México). Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra. 
A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos. 
cultura maia Arte e arquitetura: pirâmide da civilização maia
A base da economia maia era a agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação eram muito avançadas. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império.
Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.
A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano.
Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.
Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.
 
Civilização Asteca 
Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco. 
A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides). 
Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região. 
cultura asteca Arte asteca e arquitetura: pirâmide da civilização asteca
Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.
O artesanato a era riquíssimo, destacando-se a confecção de tecidos, objetos de ouro e prata e artigos com pinturas. 
A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia.
Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.
 
Civilização Inca
Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.
cultura inca pintura: arte inca
O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.
Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias. 
Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.
A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).
Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem : o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita. 

Conteúdos de História - Enem

Logo do Enem
Só não passa quem não quer!!!
Conteúdo Programático
Cumpre esclarecer que os conteúdos abaixo apresentam apenas a parte de história. A parte relacionada a geografia foi suprimida e pode ser encontrada neste artigo.
1- Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade
2. Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado
3- Características e transformações das estruturas produtivas






Importante para o 3º Ano - Enem

10 questões história para entender o Enem
História é um tema importantíssimo para o Enem. Desta forma, compreender como as questões de história são apresentadas, assim como os principais temas e formatos é essencial para o querido candidato que quer obter uma excelente média na prova. Sendo assim, vou apresentar para vocês 10 questões de história para entender o Enem.
Candidato fazendo a prova do Enem
Cada questão é analisada em seu contexto e particularidades específicos. Alguna artigos já publicados aqui no blog vão ajudá-los na empreitada de se preparar bem e detonar no Enem
  • Conteúdo de história para prova do ENEM: Você quer passar na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e estar entre os primeiros no SiSU? Fique ligado no conteúdo programático de história.
  • Competências e Habilidades em Humanas: Conheça as principais competências e habilidades cobradas pelo Enem na área de ciências humanas, de acordo com a Matriz de Referência criado pelo MEC em
Questões
Questão: Evolução Humana: Esta questão apresenta um gráfico a ser interpretado, além da relação interdisciplinar entre história e biologia. Este diálogo entre disciplinas de diferentes áreas do conhecimento é uma constante no Enem.
Questão: Guerra Fria: Esta questão mostra que o Enem não é só raciocínio e interpretação. É importante também o conhecimento factual, ou seja, domínio dos conteúdos cobrados no programa do MEC. Além disso, a questão trata da Guerra Fria, um dos temas mais cobrados do Enem.
Questão: Economia na Era Vargas: Esta questão é importante na medida que trata da Era Vargas, um tema que aparece em várias edições do Enem. Características do período, como o direito dos trabalhadores, a ditadura do Estado Novo, industrialização e outras mudanças econômicas são recorrentes na prova.
Questão: Alienação do Trabalho: Esta questão, além de tratar da Revolução Industrial – tema também muito cobrado na prova -, confronta duas fontes diferentes a serem interpretadas. Neste caso, temos a utilização de um texto e uma charge. Saber fazer a leitura correta das fontes está previsto nas competências e eixos cognitivos do Enem.
Questão: Pluralidade Cultural: Esta questão mostra que o Enem não tem só a intenção de cobrar conteúdos, ou mesmo testar o raciocínio e interpretação dos candidatos. O Enem também é uma prova que busca educar, através de questões visando posturas politicamente corretas. Nunca esqueça disso.
Questão: Barbárie e Civilização: Já dissemos anteriormente que o questionamento de valores é uma constante no Enem. Esta questão, além de levantar esta análise, também estimula a comparação de imagens enquanto documentos históricos.
Questão: Crítica Social de Portinari: É bom entender a forma como algumas questões de história do Enem são elaboradas. Neste caso, a relação entre texto e imagem é apresentada de forma diferente.  A imagem é inserida como resposta, não como contexto. Legal, né? Mas isso não representa uma tendência do Enem. É mais um caso isolado.
Questão: Suicídio de Vargas: Esta questão mostra que a preocupação com Getúlio extrapola a Era Vargas. Olha o homem aí de novo. Fique atento a momentos marcantes da História do Brasil, pois costumam ser muito cobrados nas provas.
Questão: Povoamento da América: A inclusão desta questão nesta lista é muito simples: não há, no guia de conteúdos do Enem, menção sobre a pré-história da América. Mesmo assim, o assunto foi cobrado. Isto nos leva a conclusão de que não dá para seguir apenas o guia. Para garantir, leia TODOS os resumos de história deste blog.
Questão: Colonização da África: História da África, escravidão, a luta dos negros e seu papel na formação do Brasil são temas recorrentes no Enem. Há várias questões sobre este tema. Portanto, fique atento a ele.

Getúlio Vargas

Civilizações pré-colombianas